Inadimplência em loteamento costuma ser tratada no improviso: ligações quando sobra tempo, sem prioridade clara e sem registro do que foi prometido ao cliente. Um desenho simples por faixas e uma régua automatizada melhoram recuperação e reduzem risco reputacional.
Indicadores úteis por faixa de atraso
Separe a carteira em buckets comuns (ajuste os dias ao seu perfil de risco):
- 0–30 dias — lembrete educativo; foco em segundo boleto ou PIX e confirmação de dados.
- 31–60 dias — intensificar contato; verificar se há erro de emissão ou problema bancário.
- 61–90 dias — envolvimento de supervisor; proposta de acordo formal ou parcelamento de atraso.
- Acima de 90 dias — trilha jurídica ou política interna de saneamento, sempre documentada.
Métricas de painel: valor em atraso por faixa, número de contratos, ticket médio de renegociação e taxa de recuperação pós-régua. Sem isso, o time só reage ao “mais barulhento”.
Régua de cobrança na prática
Uma régua saudável combina canais e não depende da memória de um analista:
- Antes do vencimento — e-mail ou WhatsApp com resumo e linha digitável/PIX.
- D+1 a D+3 — SMS ou mensagem curta com link para portal do cliente.
- D+7 / D+15 — contato humano priorizado para casos de maior saldo ou histórico bom.
- Parar de insistir no canal errado — respeitar opt-out e LGPD; registrar consentimento.
Erros que derrubam resultado
- Mensagem com valor divergente do sistema financeiro (quebra confiança imediatamente).
- Equipe comercial prometer prazo que o financeiro não registrou.
- Falta de integração: régua disparada mas baixa não atualizada → cliente paga e ainda recebe cobrança.
Soluções como a Verde SL alinham status de parcela, comunicação multicanal e indicadores — menos atrito entre “o que o sistema mostra” e “o que o cliente ouviu”.
Conheça régua inteligente e indicadores dentro da mesma base de cobrança.
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